Por: Airton Noé A. da Silveira. – Eng. ambiental
20/06/25
Segundo a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), o lixão em Padre Bernardo, acabou desabando dia 18/06/25, causando um grave problema ambiental no local em função que espalhou toneladas de lixo contendo muitos poluentes, gerando também chorume que escoa e vai afetando os córregos que encontra no caminho.
Conforme reportagem do G1, houve a contaminação do córrego Santa Bárbara, e a seguir também o Rio do Sal, e após o incidente, o local foi interditado para não receber mais cargas de resíduos.
A empresa responsável pelo local é a Aterro Sanitário Ouro Verde.
A secretária da pasta, Andréa Vulcanis, esclareceu que apesar da proximidade do rio Descoberto, a contaminação não irá afetar o abastecimento público da cidade de Brasília.
Fonte: Felipe M. Costa, g1 Goiás
Em reportagem para o G1, Andréa destaca que a população próxima do córrego Santa Bárbara e do Rio do Sal, deve evitar o consumo destas águas em função da contaminação.
Segundo a SEMAD, as pilhas de lixo do aterro ainda podem se deslocar e pode haver novos desabamentos, espalhando ainda mais a contaminação no solo e nas fontes de água próximas.
Além da grave contaminação do solo e da água, é importante destacar que este lixo que se deslocou e se espalhou no ambiente, tem um alto potencial de disseminar doenças por meio da promoção de um ambiente propício para a proliferação de diversos vetores de doenças, como por exemplo, os ratos e urubus.
Este lixão em Padre Bernardo estava em atividade de forma irregular, pois não tinha estudos de impactos ambientais para a instalação e operação, e não tinha nenhuma licença ambiental.
“Não nos pegou de surpresa, pois já era uma tragédia anunciada. Isto porque o Ministério Público de Goiás juntamente com o Ministério Público Federal tem uma atuação integrada e firme no combate ao funcionamento do lixão sem licença ambiental, que tem cometido vários danos ao meio ambiente e à comunidade local”, diz Daniela Haun, coordenadora da Área de Meio Ambiente do MP-GO.
Fonte: Felipe M. Costa, g1 Goiás
Segundo o ICMBio, o lixão que desabou estava em atividade na zona de conservação da APA (área de proteção ambiental) da Bacia do Rio Descoberto, responsável pelo abastecimento de parte do Distrito Federal.
Segundo uma nota do Aterro Sanitário Ouro Verde, a empresa comunica que lamenta o incidente que envolveu o deslizamento de resíduos e informa que não houve feridos. Ainda na nota, também é apontado que uma equipe técnica vai reforçar as medidas de contenção e segurança no local, e estarão comprometidos com a mitigação dos danos ambientais no local.
A empresa do Aterro Ouro Verde possui um histórico de 8 autuações ambientais, destacando que foi multada em 2018 por estar irregular perante as questões ambientais, e em 2023 já estava funcionando novamente.
Segundo levantamento feito pelo Jornal Opção, a empresa responsável pela gestão do aterro, o Aterro Ouro Verde, possui uma área total de 760 mil metros quadrados, com capacidade para receber até 8.130.000 toneladas de resíduos ao longo de uma vida útil prevista para 13 anos e 4 meses.
Fonte: Jornal Opção
Fontes: G1 / O Tempo / R7 / Jornal Opção
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